junho 05, 2014
junho 03, 2014
Dexter
Dexter é um cão branco, um filhote de American Eskimo. Nós compramos essa criaturinha antes mesmo de comprarmos nossa mobília, ele é um dos nossos primeiros grandes projetos dentro do casamento, ele é nosso bebê, e sempre será, antes de termos filhos, é uma bolinha de pelos e amor incondicional que morde às vezes, achando que é brincadeira.
Esse carinha é quem conseguiu roubar os nossos corações e transformou o medo de cachorros do meu marido em amizade e carinho. Ele é assim praticamente perfeito em seus quase quatro meses de vida e sua semelhança com vários animais diferentes.
Seu único defeito é ter uma expectativa de vida de somente 15 anos que faz meu peito ficar pesado, mas aí ele vem, orelhas para trás, pedir colo e me lembro de aproveitar o agora, assim como só os cachorros sabem fazer.
maio 08, 2014
Mais amor, por favor
Não acredite em todas as coisas ruins ditas sobre casamentos. A verdade é que enquanto os amargos teorizam sobre sua falta de experiência ou maus momentos, eu e ele nos sentamos no sofá no fim do dia abraçados, nosso cachorro deitado em nossos pés, e fazemos planos para o futuro, completamente cúmplices. Parceiros no crime, continuação um do outro, mas livres.
Não acredite nos discursos negativos daqueles que nunca amaram outra pessoa a não ser a si próprios, nenhum relacionamento mais profundo é possível para eles, nunca será. Nem todos são egoístas só porque você é.
Abra sua cabeça e saiba que nunca vai receber mais da vida do que quando começar a se doar.
Não acredite no cinismo da maioria, não deixe que ninguém estrague a sua experiência amorosa minimizando-a só porque nunca aconteceu com eles. Não permita que ninguém te diminua porque você escolheu casar. Não deixe ninguém amargar a sua doçura.
Vá por mim, eu quase acreditei em bobagens que ouvi de pessoas que gostariam de encontrar o que eu encontrei e lutei para ter.
Não deixe que ninguém faça as borboletas no seu estômago pararem ou distorça a sua percepção de que há muita beleza no mundo e nas pessoas e, acima de tudo, amor.
março 03, 2014
fevereiro 28, 2014
C*zices ou confissões alheias de inferioridade
A maior decepção que tive depois de certa idade
foi notar que algumas pessoas próximas estavam torcendo para que eu fosse
infeliz. Pode parecer mesmo ingenuidade, mas eu lembro das minhas amigas
de infância e adolescência e nosso relacionamento: podíamos querer as mesmas
coisas, sentir ciúme de outras, mas existia esse acordo silencioso de respeito
mútuo e carinho, mesmo quando brigávamos.
Foi somente há alguns anos atrás que me deparei
com a inveja. Parece post clichê de Facebook, mas é a mais pura verdade.
Acredito que tenha demorado muito para que eu pudesse identificar gente assim
porque nunca tinha visto isso antes. Pode ser pura inocência minha, mas fico pasma.
Hoje em dia me deparo com gente que passava
muito tempo comigo e simplesmente resolveu me ignorar porque casei, ou ainda,
gente que se dizia absurdamente próxima e que não apareceu na minha comemoração
de despedida antes de me mudar de país ou sequer me desejou felicidades. Nada.
Nem um simulacro de civilidade.
Será mesmo que as pessoas estão se tornando tão
infelizes que não podem mais estar em contato com a alegria de outras?
Que assustador.
fevereiro 12, 2014
Pensando para responder o próprio nome
Todo mundo que casa só aparece feliz e contente, enumerando momentos bons, construindo novas memórias, engordando, etc.Vivencio tudo isso, mas ninguém te diz a dificuldade que é se acostumar com um novo nome, caso resolvamos mudar. Agora me pego com cara de bocó pensando antes de assinar, responder ou soletrar meu nome.
Sinusite Idiota.
Coisa nova para mim é essa tal que conheci de passagem no ano passado. Não somos íntimas, mas a verdade é que nunca vi nenhum desses ites que fosse menos do que quase a morte. São horas sem respirar, que se tornaram dias e que, por consequência, completaram semanas. Tudo começa com a rinite e escala rapidamente para esse diacho de sinusite. É um mundo à parte, não há cheiro nem gosto e os sons ficam abafados pelos ouvidos latejantes. Noites em claro o vendo dormir e acordar para ir ao trabalho enquanto eu tento respirar. É um estar se afogando e sabendo que o socorro só vai chegar mesmo na sexta-feira, pois era o horário que o médico tinha. Enquanto eu sonho com uma caixa cheia de antibióticos milagrosos, a idiota da sinusite continua. A idiota da sinusite devia ter procurando um médico antes. A idiota da sinusite não sabe cuidar do próprio nariz, literalmente. A idiota da sinusite sou eu.
Idiota e fanha.
janeiro 31, 2014
Uma frase antes de dormir
Eu amo uma pessoa que consegue me fazer me sentir como se não houvesse espaço suficiente numa cama king size.
janeiro 09, 2014
We'll always have the blog.
Nunca o vi pessoalmente, mas sempre gostei de saber de sua existência. Andava descarregando palavras pela Internet, tímido, como que dentro de uma concha. Através do que escrevia é que nos deixava espiar por uma fresta a pessoa que estava lá dentro. Eu fui só mais uma das pessoas que aceitaram o convite para dar uma olhada e o que eu vi foi tão bonito!
Viveu ali por um momento uma síndrome de "patinho feio", inocente que era, acreditava em tamanha besteira. Sempre foi lindo, mesmo quando era hesitante com as palavras. Cresceu e se tornou esse homem de evidente beleza, a fragilidade deu lugar a uma força que eu jamais poderia produzir, travou grandes batalhas e venceu cada uma, até a maior de todas.
Quase não o vejo mais, mas ontem mesmo me mandou um recado: mandou que eu voltasse a escrever aqui.
novembro 27, 2013
Ne me quitte pas
outubro 23, 2013
Bitches, please.
Quando você se casa tem sempre pessoas que te olham torto, como se você estivesse se submetendo a algo que te inferioriza e tem o outro grupo que te deseja boa sorte. Tento entender, mas juro que não consigo. Desde quando escolher viver com quem se ama é machista? E pior: se a pessoa acha que casamento é questão de sorte, está explicado porque seus relacionamentos são falidos. A única sorte é achar alguém com quem nos identificamos, o resto é trabalho árduo todo dia. Se relacionar com outros seres humanos é sempre trabalhoso, imagine com aquelx que vive sob o mesmo teto, dividindo tudo...outubro 21, 2013
Bocejo
Eu tenho preguiça de gente. Muita. Tanta que me faz contrair o rosto em uma careta.
A minha preguiça se estende principalmente aqueles que ficam dando lição de moral pela internet, se achando especialistas em política, altamente cultos e comedidos por só compartilhar coisas "interessantes", gente que tem aquela postura de "eu-não-sou-um-desses-retardados-que-amam-internet", mas segue querendo atenção nas redes sociais, gente que é incapaz de fazer um elogio, gente que espera que você dê atenção, mas que não pode parar para escutar outrem por minutos, gente que deixa de falar com você porque não aguenta te ver feliz, gente que não sabe interpretar o que lê e já vem com dez pedras na mão, indivíduos que ficam procurando defeitos para apontar nos outros, pessoas que são infelizes e querem espelhar sua vida na delas, gente que vive de aparências, que é obcecada com o que os outros vão pensar, gente que quer controlar o corpo alheio, etc.
Eu queria terminar esse post com uma sábia frase cheia de humildade, que fizesse esse tipo de pessoa pensar, mas... Sinceramente?
Tenho preguiça.
outubro 17, 2013
Meu marido
Até agora me causa estranhamento a palavra marido, mais ainda quando vem acompanhada de "meu". É irônico já que esperei por tantos anos para estar ao lado dele. Agora que estou aqui, me sinto tão engraçada dizendo qualquer frase que contenha "meu marido". O mais estranho é que ele se sente completamente à vontade com o meu título. "Nós já estávamos casados na minha cabeça, há anos", diz ele. Também me sinto igual, mas ainda assim continuo sendo a mesma - aquela que está sempre lutando contra convenções. Pura criancice! Convenções já me provaram que podem ser incrivelmente divertidas e deliciosas.
Meu marido é um cara absurdamente quieto, um sujeito que é de poucas palavras, mas às vezes tem tiradas que me fazem gargalhar.
Meu marido é um homem engraçado e pouca gente sabe disso.
Meu marido não conhece o conceito de privacidade, chega do trabalho abrindo portas querendo me ver, está sempre com saudades.
Meu marido acha tudo que eu faço na cozinha ótimo, mas não gosta muito de cozinhar como me disse (propaganda enganosa, hein!?).
Meu marido é um cara muito focado, nada quebra sua concentração quando ela é necessária.
Meu marido é a pessoa mais pró-abraço que conheço, às vezes cozinho com ele agarrado à minha cintura.
Meu marido faz declarações de amor do nada e por nada.
Meu marido adora jogar no computador e ser o grande nerd que ele é, não sente a menor vergonha disso.
Meu marido acha todas as minhas piadas engraçadas, gargalha inclinando a cabeça para trás.
Meu marido tem o hábito irritante de sentar para assistir TV comigo e assistir hockey no celular ao mesmo tempo.
Meu marido dorme em um milésimo de segundo, é quase sobrenatural.
Meu marido dirige como um maníaco ouvindo música eletrônica.
Meu marido é esse poço de características e mistérios - novos e conhecidos.
Meu marido é o cara que disse "I do" na cerimônia de casamento antes da hora porque tinha pressa de ser, além de todo o resto que ele é, simplesmente MEU MARIDO.
Meu marido é o cara que disse "I do" na cerimônia de casamento antes da hora porque tinha pressa de ser, além de todo o resto que ele é, simplesmente MEU MARIDO.
outubro 16, 2013
janeiro 07, 2013
A usurpada
Roubaram meu domínio (ceraquente.com), acredite se quiser.
Sendo assim, me mudei.
Estou aqui, ó:
Sendo assim, me mudei.
Estou aqui, ó:
junho 09, 2012
All we need IS love
Chega de
falar mal do amor. All is full
of love, you just ain’t receiving, já dizia Björk.
Ele
existe e está por toda parte para aqueles que estão dispostos a
alimentá-lo. Sim, deixar o amor entrar é uma decisão
que precisa de consideração prévia, é quase como
adotar uma criança: tem que cuidar, nutrir, errar,
aprender para finalmente acertar e daí começar tudo
de novo. É tão comum ver as pessoas
reclamando de seus relacionamentos frustrados,
casamentos terminados, ódios, mágoas e raivas nunca tratadas,
mas como fazer funcionar uma relação
na qual privilegiamos só os nossos interesses? Ou
ainda, um relacionamento iniciado em algum joguinho psicológico
pré-estabelecido feito para que fiquemos sempre no comando
da situação?
Tenho
uma novidade para vocês: não existe capitão numa relação se esta for
baseada em amor. Não mesmo. Quem acredita nisso está condenado a
vagar por aí
catando os pedaços de seus iguais – gente que posiciona o
orgulho à frente de tudo. E convenhamos: quão patético é
isso? Ter orgulho de saber as regras de um jogo
que nunca existiu?
No fim das contas, a única coisa que levamos dessa vida é o amor que damos e recebemos. Deve ser
muito triste morrer sem ter se
permitido, porque amar dói e cura as feridas ao
mesmo tempo.
Percebo que as pessoas se incomodam quando se
deparam com pessoas que são felizes juntas, há
sempre um desdém, uma teoria, um argumento, uma palavra que
vá diminuir ou desencorajar o sentimento de outrem ou o que for.
É muita energia empregada a serviço da mediocridade: parem
tudo, amem e deixem-se amar.
Não importa a quantidade de bens materiais que você possui ou quão
descolado que você tenta parecer, sinto muito te dizer que tudo isso é uma
maneira de sublimar a falta que o amor te faz.
Eu digo por experiência própria:
nenhuma aventura pode ser mais empolgante do
que essa de se entregar por amor e
descobrir que é amado também. Não há um dia que eu não agradeça
por não ter morrido antes de saber do que estou falando. E pra aqueles que
sempre tentaram desacreditar o que tenho com meu significant other, eu só desejo que um dia seu cinismo dê lugar ao
amor.
Não é o amor que é impossível. É você que tem preguiça/medo de tentar.
Não é o amor que é impossível. É você que tem preguiça/medo de tentar.
janeiro 14, 2012
novembro 12, 2011
E se o casamento fosse hoje...
novembro 07, 2011
Dezembro vem aí. E Cancún também...
E eu que mal viajo, estou na contagem regressiva para conhecer Cancún com meu digníssimo. E apesar dos inúmeros comentários que ouvi de algumas pessoas sobre como qualquer gato e cachorro vão para lá, só tenho a dizer que a cadela aqui ainda não teve o prazer. Ademais, não achei nada mau ficar pegando sol a semana inteira de papo pro ar num hotel "horroroso" como o que escolhemos. Por que as pessoas sempre se incomodam com a felicidade das outras, né? Eu hein?!
outubro 13, 2011
Do medo
Acho interessante como a humanidade está ficando destemida, pelo menos é o que ouço em todos os lugares. Hoje em dia todo mundo é foda, desbravador, sem papas na língua, corajoso, ninguém se prende a sentimentos inúteis como o amor, é melhor bater antes de levar, deixar antes de ser deixado, magoar antes de ser magoado, eliminar sentimentos que possam enfraquecer e todos são muito felizes assim, com suas roupas e personalidades que se enquadram perfeitamente no conceito de fodões.
Eu não me identifico. Eu tenho medo de várias coisas. De barata, de escuro, de fantasma quando estou sozinha, de perder quem eu amo, de magoar pessoas queridas, da violência da minha cidade e, acima de tudo, de passar a me identificar com os fodões. Acho também que não se leva nada da existência que não seja o sentimento que cultivamos pelas pessoas. Eu amo mesmo e pulei de cabeça, nunca achei que havia outra opção. E assim, de dentro do meu medo, eu valorizo coisas que são consideradas inúteis. Não quero competir, mas algo me diz que sou mais feliz do que quem nunca perde a pose. Eu perco. Sempre.
agosto 19, 2011
Dia Internacional da Fotografia
Parabéns para mim, aspirante a fotógrafa, e para todos os fotógrafos pelo dia de hoje.
"Para mim, fotografia é o reconhecimento silmutâneo, em uma fração de segundo, da significância de um evento."
- Henri Cartier-Bresson
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“Então em dado momento eu não precisei traduzir as notas; elas foram direto para minhas mãos.”
– Francesca Woodman
agosto 14, 2011
agosto 10, 2011
Utilidade pública
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| Meia hora de c* (sem relógio) eles não querem dar, né? |
Um conselho: Não comprem NADA no site das Americanas.com. Estou passando por um calvário para receber uma cadeira que comprei lá. Embolsaram meu pobre dinheirinho, o banco confirmou o meu pagamento, mas (tadinhos) não conseguem achar o dinheiro. Deve estar em Marte... Depois de gastar meu dedo e saliva ligando e entrando em contato com atendimento online (péssimo!) por dias a fio, só me deram atenção depois que postei em um site de reclamações. Ainda assim, solução que é bom, nada...
Onipresença
agosto 03, 2011
Auto-sabotagem
agosto 02, 2011
Puro Glamour....
Se você ainda lê, atualize seu link. O Cera Quente agora tem domínio próprio (tá dominado, tá tudo dominado!).
Agora é: www.ceraquente.com
Beijomeliguemtododiaqueeutôcomsaudade
julho 28, 2011
Naftalina
março 03, 2011
Estranha
Quão estranho é perder a intimidade com as próprias palavras? Lembro de quando eram simples e escorregavam com tamanha facilidade pelos dedos que eu mal podia parar de digitar. Agora permaneço por eternos minutos apenas encarando a interrogação da tela branca. Não sei quem mudou, eu ou as palavras? Tenho saudade. Não de quem eu era, pois era infeliz, mas do fluxo verbal. Será que ainda sei ser blogueira?
agosto 22, 2010
Lomografia na mira da modinha
| Minha quad-cam - 4 fotos de uma vez |
Agora as lojinhas de roupas que ditam "moda" (moda entre aspas porque eu sou adepta do 'FUCK THE FASHION') no Rio também resolveram difundir a lomografia e vender câmeras tipo Lomo, a preços ridículos de caros. Sim, as câmeras tipo Lomo são câmeras baratas feitas de plástico - incluindo as lentes.
As Lomo (ЛОМО em russo) originais foram criadas na Rússia no começo dos anos 80 para que os preços fossem acessíveis. Uma Lomo russa dessa época é uma raridade nos dias de hoje - por é isso bem cara, mas existem milhões de câmeras de plástico, chamadas de Lomo atualmente (bem baratas como devem ser), que servem para criar fotos com as mesmas características, as mesmas cores saturadas e efeitos inusitados.
Eu adoro lomografia, já comecei a minha coleção de câmeras do tipo, mas confesso me irritar quando vejo algo assim virar um modismo que não contribui para nada a não ser aumentar o preço de algo que sempre foi barato. Eu tenho a mesma opinião sobre perfumes e maquiagem: me irrito ao ver preços de bons produtos que se tornaram impossíveis porque temos que pagar pelo modismo.
Será que a moda dura? Levando em consideração que as fotos precisam ser reveladas como antigamente e a maioria das pessoas não revela em casa, talvez não. Eu só espero que volte a ser não muito popular ou se banalize logo para eu poder continuar comprando minhas câmeras.
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| A Lomo original (ЛОМО) |
As Lomo (ЛОМО em russo) originais foram criadas na Rússia no começo dos anos 80 para que os preços fossem acessíveis. Uma Lomo russa dessa época é uma raridade nos dias de hoje - por é isso bem cara, mas existem milhões de câmeras de plástico, chamadas de Lomo atualmente (bem baratas como devem ser), que servem para criar fotos com as mesmas características, as mesmas cores saturadas e efeitos inusitados.
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| Efeitos maneiríssimos |
Eu adoro lomografia, já comecei a minha coleção de câmeras do tipo, mas confesso me irritar quando vejo algo assim virar um modismo que não contribui para nada a não ser aumentar o preço de algo que sempre foi barato. Eu tenho a mesma opinião sobre perfumes e maquiagem: me irrito ao ver preços de bons produtos que se tornaram impossíveis porque temos que pagar pelo modismo.
Será que a moda dura? Levando em consideração que as fotos precisam ser reveladas como antigamente e a maioria das pessoas não revela em casa, talvez não. Eu só espero que volte a ser não muito popular ou se banalize logo para eu poder continuar comprando minhas câmeras.
julho 16, 2010
Leela + Dima sitting on a tree
Falta tempo para blogar. Eu cansei de escrever posts sob a tag "recomeço" ou "mudanças". Tudo tem mudado o tempo todo ultimamente. No fim do mês passado, aquela que vos escreve, foi pedida em casamento. Nunca imaginei ver esse dia chegar quando era mais jovem. Eu achava que ser independente (o que pra mim significava ser solteira) me valorizava mais como mulher. Pura ingenuidade minha! Eu sempre trabalhei melhor em dupla... Hoje eu entendi que não preciso ficar dependente só porque decidi viver com a pessoa que amo. Então é claro que aceitei! Comecei outro blog para poder organizar minhas idéias, já que eu e Dima queremos um casamento barato e sem palhaçada, um casamento DIY (do it yourself). Como eu não tenho a menor vocação para noiva, ando colocando no papel tudo que me vem à mente para eliminar toda aquela cafonice e tradicionalismo que vejo em casamentos por aí. Vou escrever no outro blog por ora, mas longe de mim virar uma daquelas que se auto-batizam de noivinha (deixam de ter nome) e bizarrices do gênero. Eu sou mais esse tipo de noiva abaixo:
Bem, se alguém ainda me lê, espero você lá: SOMETHING BLUE
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