agosto 30, 2007
agosto 29, 2007
agosto 21, 2007
Insanidade
agosto 19, 2007
Medo.
agosto 17, 2007
Mondo Cane para solteiras.
Você também amaria meu cachorro...
agosto 15, 2007
A escuridão se fecha sobre mim e eu quase sinto você ali. Minhas mãos deslizam pra baixo do cobertor e a próxima coisa que sei é que é manhã de novo.
Que desperdício.
[English Version no Ultravellocet]
agosto 14, 2007
Um beijo a todas minhas clones. É uma honra.
agosto 13, 2007
agosto 09, 2007
Current mood: rindo à toa
Então dá pra ficar alegre por mim pelo fato de eu não escrever nada que preste ultimamente, certo?
agosto 04, 2007
agosto 03, 2007
For a MORE ordinary life.
- I know.
- What do we do?
- Enjoy it.
agosto 02, 2007
Travessia
Passando de carro pelo local do acidente, viu cada pedaço retorcido de metal e os restos de vidro quebrado. Pequenos quadrados tal qual diamantes brilhando contra o sol. Os dois corpos estendidos já cobertos com plástico preto. A mão de um deles, descoberta, poderia ser esmagada por um carro a qualquer momento. Olhou bem aquela mão e a reconheceu.
A marca de nascença nas costas da mão parecendo o mapa da Itália. Mesma posição, mesma mão. Exatamente aquela mão que tinha beijado tantas vezes, chupado os dedos, segurado ao andar pelas ruas. A mesma maldita mão que acariciou seu cabelo, amparou suas quedas, pousou em seu pescoço, tocou seus lábios, massageou seus pés, brincou com seu umbigo, segurou seus seios, lhe puxou pela cintura, serpenteou entre suas coxas, adentrou, criou as mais intensas sensações em seu corpo e um dia lhe acenou um adeus indiferente.
Com olhos marejados, ela acenou de volta timidamente para o corpo estendido. Posicionou as únicas mãos que tinha naquele momento no volante e foi em frente.
Finalmente.
English Versionjulho 31, 2007
julho 27, 2007
julho 24, 2007
julho 23, 2007
The new adventures of old Leela
Tenho essa impressão ultimamente de que vivo em um sitcom onde, obviamente, sou a protagonista. É uma daquelas séries na qual a personagem principal sempre se dá mal, assim para ter graça. A mesma tem um quê de loser, mas é boa gente e sua vida afetiva é de um fracasso caricato, claro. Tragicômica. Não fosse assim, não haveria programa, certo?Desta maneira, se esse blog fosse religiosamente atualizado poderia virar um bom roteiro de comédia insossa. Uma nada sutil série de comédia sobre uma fulana ácida de doer e suas tentativas em todos os campos de sua so-called vida.
E daí vem a sacada de mestre de quem anda dirigindo essa porqueira: se a personagem conseguir deixar tudo certinho na vida, o programa perde o sentido. A graça toda - para outrem, certamente - reside é nas tentativas mal-sucedidas recorrentes.
É com base nesta nada lógica e muito menos inteligente reflexão que decidi fechar a conta do presente blog quando num dia - longínquo, eu me encontrar pelo menos com a vida afetiva encaminhada. Não é uma promessa feita a alguma entidade das trevas, é o medo de contaminar a minha fama de ácida-mal-humorada com frases feitas cafonas e fotos de algum cretino que em alguma instância há de me sacanear feio.
Pois é, eu andava disfarçando, mas continuo a mesma.
julho 20, 2007
julho 19, 2007
julho 17, 2007
Sobre o mau humor.
Porque dias não são nada quando comparados a anos de mau humor.
E só para esclarecer bem as coisas: Mal amada sim.
Muito.
Mais alguma pergunta?
julho 16, 2007
Guerra.
A sensação dos dedos tocando o teclado frio descendo pela espinha e serpenteando âmago adentro para combater o que há de tépido e escala vísceras acima na velocidade da luz.
E ele, alheio à guerra que ocorre desse lado, lê as notícias do Iraque para mim.
julho 15, 2007
Da insônia e outros demônios
julho 13, 2007
A volta.
O blog segue existindo. Insistência genuína em manter-se num local ou tempo que não volta. Palavras que deviam se entrelaçar, mas seguem escorregando umas das outras. O que era tão fácil antes, agora é tão aflitivo devido à falta da prática. Ainda assim, lá de dentro, essa vontade de tocar os olhos e mentes de outrem. De criar com papel e caneta a realidade paralela e fazer cada um acreditar que a mentira que desenho em palavras é verdadeira.E a cada vez que os dedos tocam o teclado, a pseudo-certeza de que agora em diante será para sempre. E será. Até o dia em que terminar.
Eu voltei.




